Afinal, onde esta o respeito?

Atualmente no mundo materno-feminista-socialista-organico-natural-mimimi-whiscassachê (chato pra caramba muitas vezes por sinal – só acho), se fala muito e sempre em respeito, aceitação, auto aceitação, sororidade, humanidade…

Mas, eu fico aqui pensando e refletindo, porque se tem uma coisa que eu faço minha amiga, é refletir.

Enfim, quando que o mundo ficou tão chato? Tao cafona? Tao cheio de disputa? Quando foi que eu tive que parar de viver ‘de boas’ e precisei me preocupar se a moça da mesa ao lado esta me julgando e pensando em me denunciar por que estou lanchando fast food com minha filha de quatro anos. Quando foi que maternar passou a ser correlacionado com disputa de quem cria melhor um ser humano.( aonde fica a linha de chegada? Vou ganhar chocolates? Uma casa? Um milhão de reais em barras de ouro?)

Talvez essa disputa já acontecesse, mas com essa coisa toda de internet e tal parece que ficou mais explicito a opinião e a cagacao de regra alheia (perdoe-me o vocabulário).

Fato é que a bandeira do respeito está aí, hasteada e balançando a 4 ventos e clamando pra ser levada a serio! Como eu raciocinei, talvez seja a era da internet, mas eu sinceramente não me sinto respeitada, a minha opinião esta totalmente equivocada e eu sou uma péssima mãe para a fulana que escolheu educar e criar seu rebento de uma maneira totalmente oposta àquela que eu escolhi. Esses dois (ou mais) seres que são criados de maneiras tão distintas não tão nem ai se o que um come é orgânico, se onde ele estuda tem métodos Montessori, waldorf ou tradicional, se são diferentes racial ou religiosamente, sabe o que eles realmente fazem? BRINCAM! Eles se respeitam simples e objetivo, doa a quem doer!

Eu dificilmente levanto bandeiras, sabe por quê? Porque eu mudo de ideia e mudo muito, sempre!

Sobre as feministas: eu as admiro, alias, admiro a causa, obvio! Eu sou mulher e vivo constantemente os abusos e os absurdos de ser simplesmente mulher, ou mae, ou os dois. Mas eu não gosto de extremismo, fanatismo… Leio alguns blogs feministas e gosto! Mas não pratico tudo na minha vida por simplesmente (ou infelizmente) ter enraizado uma cultura machista e viver dentro de uma sociedade machista. Faço do jeito que eu acho certo e só: tento passar pra minha filha que não existe cor de menino ou cor de menina, que ambos podem brincar de carrinho/caminhão/foguete e casinha/panelinha/boneca, que ambos podem vestir o que sentirem confortáveis e que acima de tudo devemos nos respeitar, nós não somos iguais a ninguém! Cada um tem o seu diferencial, seja na pele, na crença, na opção sexual, somos biologicamente e visivelmente diferente e pronto.

Sobre alimentação: eu não dou coisas orgânicas pra filha filha constantemente por alguns motivos, seja pelo preço altíssimo e abusivo (apesar de saber que da um trabalhao cultivar tudo sem ‘porcarias’); eu não acho pratico; eu acho chato viver de biscoito de arroz e uva passa; eu não sei cozinhar e variação no cardápio vai somente ate minhas limitações. Eu como chocolate COM a minha filha, eu vou a restaurantes fast food , eu como batata frita congelada em casa COM ELA, e vez ou outra, ainda que seja MUITO raro eu tomo refrigerante com ela; eu não costumo ser radical, nem pra mais nem pra menos, apresento comidas saudáveis pra minha filha, comemos uma refeição colorida quando o orçamento e minha paciência permitem, ela já experimentou muita variedade de verduras, legumes, hortaliças, vegetais, frutas etc etc etc, alguns ela ainda aceita, outros eu escondo na comida. Hoje se eu oferecer um pratão com beterraba, abobrinha, couve e brócolis ela vai torcer o nariz, então eu escondo o que da na cocção do feijão, no refogado do arroz e nos bolinhos, pronto! Tô feliz assim, me deixa!

Sobre educação: minha filha tem quatro anos e não é alfabetizada e eu sou formada na área de educação, ‘menos main’?NÃO! Ela estuda em uma escola em período parcial, uma escola que visa o aprendizado através do lúdico embora eu não goste muito, admito, mas ela esta feliz assim! Ela reconhece letras, escreve algumas palavras, sabe contar, reconhece o que são letras e o que são números, e desenha com as duas mãos, ta ótimo.

Eu demorei pra matricular ela na escola (dois anos) ate então eu era mãe em tempo integral, abri mão da minha vida profissional para cuidar dela e quando finalmente conseguimos a vaga eu voltei a trabalhar fora, dividida, mas fui. Quase dois anos depois eu decidi DE NOVO abrir mão da carreira para me dedicar a ela, tem dias que me arrependo mais outros menos, mas assim vamos vivendo, mas em ambas escolhas eu fui duramente criticada, vai entender…

O que quero dizer com tudo isso é que não importa a mãe ou a pessoa que você seja, as criticas estão aí e ate aí tudo bem! O problema é quando essas criticas viram as tais disputas pelo território ‘mais main’ a melhor, a mais mais e assim esquecem das coitadas que também fazem de tudo e dão o seu melhor pra educar seus respectivos filhos e estão fora da caixinha (de acordo com esses julgamentos x).

Respeitar é entender que tem gente diferente da gente e tudo bem, não precisa brigar, não precisa competir não precisa ganhar!

É que nem piada, ri quem acha graça, mas hoje a gente não pode mais fazer piada porque sempre vai ter um zé que vai interpretar à forma dele e pronto está feito o circo, tem processo, tem policia e tem briga. Hoje a gente precisa explicar o contexto de tudo! Não posso colocar pronomes femininos no meu texto porque sou feminista, não posso dizer que pessoas são diferentes porque sou preconceituosa, não posso dizer que por vezes me arrependo de ter escolhido ser mãe e já viro um monstro, não posso trabalhar em casa porque sou preguiçosa ou indiferente à minha filha no caso oposto, não posso gostar de comer fora porque sou uma incentivadora da obesidade infantil mesmo que os exames apontem saúde ok e peso em dia. Eu preciso explicar o porquê não gosto ou sim pra não ser apedrejada, mesmo que virtualmente.

Fato é que o mundo anda muito chato ao invés de melhorar estamos cada vez mais reféns de nos mesmos, dos pensamentos, ideias e ideais, a gente tem que ver bem o que vai falar pra não ser processada essa é a verdade.

Gostou? Comenta, curte compartilha, lê de novo. Não gostou? Deixa pra lá abstrai e continua vivendo do jeito que você acha que está certo, porque afinal das contas nossos filhos continuarão brincando juntos independente de qualquer coisa doa a quem doer!

Da próxima vez que você for julgar alguém de certo ou errado, para pensa: e se fosse com você?

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Quatro anos!

Meu poema favorito é o ‘poema enjoadinho’,
pra mim ele é tao coerente com essa coisa de filho, sou apaixonada mesmo.
e hoje, especialmente, eu sinto todos os prazeres, a dor e a delicia de ter uma filha, de SER MÃE.
Ter um serzinho assim tao dependente é inevitável que o amadurecimento e a busca por uma vida e um futuro melhor aconteçam.
Meu maior desejo era ser perfeita, nada de erros, buscar sempre ser a mais educada, palavrão? nem pensar! comidas? as mais variadas e saudáveis possíveis. Ser aquela mãe que brinca sempre e em maior parte do tempo uma brincadeira com tom pedagógico, sempre direcionada. A mãe que faz exercício todo dia e mantem tudo organizado, a criança impecável e aquela que tem a filha mais ‘esperta’ bem desenvolvida,
Mas, ai eu me toquei que eu sou mãe, mulher, eu sou alguém REAL.
e na boa, essa mãe ai, não é real, ela existe fragmentada em todas nós, mas por inteiro, perfeitinha assim? QUE CHATO!
Hoje é aniversario da minha princesa, minha borboleta, o amor mais dolorido, o apego mais benéfico!
eu estou bem , mas bem longe de ser perfeita, substituo o jantar por pizza, como fast food com ela, divido com ela uma paixão incontrolável e assumidíssima por batata frita, sou a que deixa os afazeres da casa pela metade muitas vezes, que cede ao cansaço e senta pra ver desenho na tv com a criança, sou a mãe que apesar de querer muito ter uma alimentação saudável 100% tem preguiça e não sabe cozinhar e as x da miojo pra filha, sou aquela que por vezes só quer paz e entra em pé de guerra por querer um tempo só meu, que fala palavrão mas para na metade pra não dar mau exemplo, a que mesmo sendo formada em pedagogia não liga muito pra alfabetização precoce e que as vezes implora pra ela brincar sozinha e me deixar de boa.
Hoje o dia é dela, mas também é meu. É o dia que começou a minha transformação, porque , a gente não se torna mãe de uma hora pra outra, é uma construção, é uma constante.
Ela divide esse dia comigo, é marcante é emocionante.
Hoje é o dia que aquelas velhas feridas vem a tona, aquele sentimento de frustração toma conta, a culpa, o medo!
Mas ao mesmo tempo, com o passar dos anos, eu venho aprendendo e principalmente tentando entender e me perdoar, sim, pq a culpa não é minha! essa culpa eu não quero carregar!
Ela me completa tanto, eu nem consigo expressar, é tao linda, tao fofa!
Eu nunca fui o tipo de mãe que acorda de madrugada pra constar de o bebe esta respirando “oras, de quiser alguma coisa vai chorar”. Mas por inúmeras vezes eu sinto que o tempo pára quando a vejo brincar, a fazer as gracinhas dela, as frases mais loucas, as historias inventadas, babo e babo MESMO
Sou o tipo de mãe que quer fazer amizade com as tias da escola pra saber tudo que acontece lá, que tira mil fotos de tudo, que vibra com cada conquistazinha, a que chora nas apresentações de escola.
Enfim, percebi que sou perfeita do jeito que posso ser, sou perfeita pra ela, não teria mãe melhor PRA ela , e não teria filha melhor que ela!
4 anos? QUATRO ANOS!!
Meu bebê tem quase ‘uma mão cheia’ rs e se estamos felizes?SIM! Ou poderia ser melhor?
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A nossa volta

Já faz tanto tempo que nem sei por onde começar…

Uma das ultimas vezes que escrevi aqui, foi comemorando o aniversario de DOIS anos da Maria Clara e então muita coisa aconteceu muita mesmo!

Demorei um tempão pra voltar, acho que não estava preparada e também faltou tempo e inspiração, mas ultimamente tenho me surpreendido positivamente com a pagina do blog no face e outras coisinhas e então resolvi tentar voltar.

Logo que ela fez dois anos eu voltei ao mercado de trabalho, foi uma questão de necessidade, mas também vontade de produzir algo diferente do que eu vinha fazendo, afinal Maria Clara estava na escola em tempo integral não tinha porque eu ficar em casa.

Assim que voltei ao trabalho perdi totalmente o pique do blog e algumas coisas me chatearam  muito então resolvi que daria um tempo, ou talvez não voltasse mais.

Por fim, passaram-se quase dois anos e ca estou novamente, resolvi parar de novo o trabalho fora e voltar a passar mais tempo com MC, agora ela frequenta escola meio período, tenho tempo pra organizar as coisas rapidinho, ela não perde a soneca da tarde e depois podemos brincar e desenvolver os sentidos juntas.

Estou me realizando, mas confesso que uma criança de 4 anos exige muita interatividade, é o tempo todo querendo brincar querendo estar junto a cabeça tem que estar ocupada todo o tempo e as vezes é estressante principalmente no final do dia onde as respostas mais mirabolantes já foram usadas, as brincadeiras já foram feitas e a criatividade da mãe aqui se esgota no cansaço da correria do dia, mas quer saber? Vale a pena vê-la sorrir.

Enfim, fiz esse post como um recomeço, uma explicação depois de tanto tempo longe daqui.

Espero que todos gostem das novidades e da volta do blog, aos poucos vou retomando as postagens 😀

Tem dica ou sugestões de temas? Escreve pra mim também!

Beijão e ate breve!

A primeira vez a gente nunca esquece {Adaptação na creche}

Pois é meus caros colegas, começou! E foi melhor do que eu imaginava, melhor do que meu coração molenga de mãe de primeira viagem poderia esperar. Mas, não vamos cantar vitória antes do tempo. Uma coisa de cada vez, certo?

Terminei de fazer os cupcakes para as professoras da MC ontem por volta das 22:00h. e a pequena já tinha ido dormir há um tempão, pra poder descansar e acordar cedo no dia seguinte.

Fui deitar as 23hr. e a única coisa que me passava pela cabeça era: Cadê meu sono? Daqui a pouco ta na hora de acordar e eu nem dormi, vou perder hora e a MC vai perder o primeiro dia de aula.  Drama Queen, eu? Yes.

E minha filha? bom minha filha estava no decimo primeiro sono, nem ai com a bagaça e seguiu assim ate a hora de acordar. Fui levar o mama e já conversando, contando aquelas lorotas de mãe:

Paixão, voce vai pra escola, conhecer os amigos, cantar, depois vai tomar lanche, brincar, almocar e ai vai chegar a hora da mamãe te buscar! Ta bom?

E ela me responde com um olhar animado de quem não estava prestando atenção em absolutamente NADA do que eu disse: – Pecesas! (mochila das princesas) Vem, ê pecesas.

Bom, hoje eu fui levar a pequena de carro pra creche, mesmo sendo perto – uns 20 min. Andando – eu fui de carro para levar os bolinhos para as professoras (eu não queria que eles virassem croissant, né), chegamos lá e já fui para a sala dela, entrei segurando a mãozinha da MC e ela olhando os bebes chorando, pareceu um dispositivo; sim um dispositivo acionado quando o bebe escuta o outro chorando, aquilo vira uma reação em cadeia. Certeza que é para deixar os pais mais nervosos, no fundo eles estão trollando a gente, se comunicando numa linguagem especial bebezisticas que consiste em “ Hahaha, vocês já chegaram também? Vamos deixar nossos pais cheios de culpa e quando eles virarem as costas tocaremos o terror na creche e dominaremos o mundo muahahaha”. Ta bom, menos. Me empolguei, mas deve ser quase isso. 😡

Bom, o fato é que eu tirei a clássica foto do primeiro dia de aula -mas sem o uniforme :(-  e pedi pra professora tirar foto da Maria Clara durante o dia (estratégia materna mode:on).

Não basta ser mãe, não basta ser taxada de super protetora porque você sente vontade de chorar quando ouvir o bebe chamando seu nome, você precisa ter uma carta na manga! Se eu não posso ficar na escola, eu trago a escola ate mim. Quase um Maomé e a montanha, saca?

Há, aqui vai:

– Professora, você poderia tirar algumas fotos dela enquanto ela brinca e tal? Assim, se der tempo, né.

-Claro, eu tiro sim, fica tranquila.

A professora tirou varias fotos, da MC brincando, conhecendo a escola, comendo, na hora do soninho e em nenhuma delas a pequena estava inchada ou com cara de choro. (pronto, era o que eu queria, saber como ela estava, além de saber eu queria ver, olha o São Tomé ai minha gente).

 … Quando fui buscar a delicinha fiquei mentalizando um mantra “ela esta bem, ela comeu tudo, brincou e esta rindo da minha cara, ou… nem ligando pra minha existência, mas ela está bem”.

 

 

Pausa. Preparem as tortas, os “eu diiiiisse”, as risadas , os velhos bordões de “ela é mãe de primeira viagem tadinha” e afins. ‘Despausa’.

 

Cheguei lá e a minha filha estava:

a)      Chorando;

b)      Louca surtando pegando brinquedo do amigo;

c)       Dormindo e nem ligando pra mim.

Se você marcou a alternativa ‘C’ você acertou e já pode começar a rir. Caso contrario, você ainda não deve ter colocado seu filho na escola, porque, acredite, ele vai chorar um pouco mas logo vai esquecer de você, vai brincar e fazer coisas que você jurava que seu bebe não faria de jeito nenhum como: comer carne moída no almoço e dormir no colchonete sem travesseiro e sem o ‘mimi’. Cara de alface pra mim.

Ah!. ♥

Bom, o saldo de hoje foi muuuuito bom e superou mnhas expectativas. Eu sei que é o primeiro dia, é cedo pra cantar vitória, mas eu fiquei feliz por ela ter se soltado, fiquei feliz por ela ser como é e não como eu era ou como eu sou. Feliz por estar enganada, mesmo fingindo que estava tudo bem antes. Hoje eu consigo afirmar que meu coração esta em paz, que mesmo sentindo que seria tranquilo para ela e torcendo pra que tudo corresse bem eu admito que subestimei a inteligência e capacidade dela, subestimei que minha filha é um ser a parte, ela é individual, ela é uma mini pessoa que só me enche de orgulho!

 

Amanha tem mais, vamos ver como serão os próximos dias, se ela vai continuar tão boazinha assim. TOMARA!

Beijos!

 

** Minha pisciana distraída e falante, obrigada por deixar meus dias mais felizes, eu adorei sentir saudade de você enquanto estava na escola e adorei mais ainda a sensação de trazer você de volta, falando, cantando , assim eu sei que esta feliz, que foi tudo bem e que fizemos a escolha certa.

 

saindo de casa / almocando / brincando com cara séria! / dormindo.

saindo de casa / almocando / brincando com cara séria! / dormindo.

 

 

 

Conhecendo a escola nova.

 

Hoje foi dia de acordar de madrugada  cedo para levar a pequena para conhecer a professora, a escola, o parquinho e alguns amigos.

Para a minha grata surpresa, ou não, a maioria dos colegas da Maria Clara são ingressantes, tudo bebê de primeira vez. Leia-se adaptação com a sala toda, tudo duma vez, criança chorando, professora perdida e mãe louca, socorro! Ou não. Afinal, toda regra tem sua exceção, né?

Bom, mas vamos às primeiras impressões:
Chegamos por lá e tinha balões de boas vindas e o pessoal direcionando os pais para a reuniao com a diretora, que é uma fofa.Achei a escola grande, limpa, cadeiras e mesas adaptadas, quantidade razoável de monitoras (apesar de ser muuita criança eu achei a quantidade boa, comparada a muita escola por ai), tem vários parquinhos – dois externos e um interno que acredito que seja para os bebês menores, sei lá, esqueci de perguntar) CLARO que Maria Clara cagou pro que a diretora falou e depois na reunião com a professora, ela gostou mesmo foi de brincar, deixei ela explorar bem o lugar tanto a sala dela quanto o resto da escola, sem repreender muito ou exigir que ela ficasse quieta, acho importante que ela se sinta a vontade afinal aquele ambiente vai fazer parte do dia-dia dela e se ela se sentir confortável vai ser super importante pro período de adaptação.

Eles fizeram uma “entrevista” com os pais pra conhecer mais as crianças, perguntaram desde o comportamento da criança em casa, passeios preferidos, manias e a maneira que os pais têm de repreender quando o filho desobedece.

Achei a professora bem simpática e transparente, sem muito #mimimi e parece bem experiente, confiável.

Hoje não ficamos por lá, era só a reunião mesmo pra nos conhecermos e saber as normas da escola e tal, amanhã a Maria Clara começa com força total, já arrumamos a bolsa, colocamos nome nas roupas, separamos tudo que ela vai precisar para os primeiros dias.

Com relação às fraldas a professora falou que geralmente  a escola começa a estimular o desfralde no segundo semestre para iniciar todos juntos, já que tem bebe com diferença de 6,7 meses, disseram que vão avisar quando pretendem começar o processo lá e pediram para os pais acompanharem, achei legal, assim não fica confuso para os bebês.

O que eu não gostei:

O período de adaptação não é como eu estudei imaginava, é um período meio apertado e com umas exigências estranhas, mas vou ver primeiro como as coisas vão caminhar…

Na semana do carnaval não terá aula, ou seja, uma semana adaptando a criança pra depois ficar dois finais de semana sem aula e uma semana inteira em casa. Achei meio adaptação fail, mas sei lá, vai que MC surpreenda positivamente a mamãe bundona aqui, certo? rs

Ah, outra coisa que fiquei incomodada é que não tem berço para os bebês dormirem (ok. Não adianta dizer que minha filha não é mais bebe, mas cada um tem uma mania, a minha dorme em berço. Não dorme em colo, mas em berço. Então não me julguem;D ), não pode levar travesseiro nem edredom de berço pra cobrir.

Acho que por enquanto é só o que eu achei meio chato com relação à escola.

Amanhã eu volto pra contar como foi a permanência da delicinha sem a mamãe aqui.

Quem sabe eu apareça antes e peça um abraço virtual. :S

Beijos

 

 

estou me sentindo assim coruja , boba, babona e  meio  tonta.

estou me sentindo assim coruja , boba, babona e meio tonta.